segunda-feira, 2 de outubro de 2017

UMA VOZ NECESSÁRIA NUMA CAMPANHA DESIGUAL


Ao concorrer mais uma vez no concelho de Almeirim, a CDU apresentou listas de candidatos que acima de tudo colocam a sua capacidade de trabalho ao dispor das populações, através do serviço público, de quem entende que estar na política é para servir, procurando o melhor para a sua terra e para todos.

Numa campanha onde os meios não foram iguais para todos, importa enaltecer a capacidade de entrega dos candidatos e activistas da CDU durante a campanha no contacto direto. Com o seu total empenho foi possível levar a todas as freguesias, a todos os lugares do concelho, a razão das nossas propostas. Não tivemos brindes pois a nossa opção foi pelo esclarecimento, pela apresentação das nossas ideias, com o objetivo claro de dizermos às pessoas que todos ganham com a presença da CDU no concelho de Almeirim.

Não posso deixar de referir que fomos a única força política que durante o período de campanha eleitoral, foi mais além no contacto com a população, do que só o porta-a-porta. Com efeito, fizemos uma iniciativa em defesa da Vala Real, reunimos com uma associação cultural, para debater o estado de abandono do Paço Real da Ribeira de Muge, e assinalamos o Dia Mundial do Turismo junto dos comerciantes e restaurantes locais em Almeirim. 

Pelo trabalho realizado, com honestidade e competência, a CDU congratula-se com o seu resultado, mantendo a sua presença nas assembleias de freguesia e na assembleia municipal, juntamente com a da vereação na Câmara. Sem deixar de realçar a voz jovem que surge na Raposa. A CDU reafirma que estará sempre comprometida com a população de Almeirim.

Sónia Colaço
CDU Almeirim

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

CDU, UMA VOZ NECESSÁRIA

A CDU encara o ato eleitoral do dia 1 de outubro com a serenidade habitual e disponível para aquilo que a população do Concelho de Almeirim decidir. Iremos gerir os destinos do concelho, se for esse o desejo dos eleitores e se nos derem a maioria dos votos, iremos ser oposição, atenta, fiscalizadora, mas construtiva se entenderem que é esse o nosso lugar. Contudo, neste momento poderei dar três boas razões para que no dia 1 de outubro, os eleitores votem CDU:

1. Os políticos, para a CDU, são os cidadãos que se assumem com disponibilidade para gerir os destinos dos lugares a que se candidatam, sem interesses pessoais, preocupando-se sempre com o bem comum.

2. A CDU foi a única força política neste período de campanha eleitoral que foi mais além do porta-a-porta de contacto com a população. Com efeito, a nossa campanha primou pela realização de iniciativas, para chamar a atenção dos eleitores para alguns dos problemas do Concelho. Em defesa da Vala Real, reunião com uma associação cultural “Academia Itinerarium XIV da Ribeira de Muge”, a sinalização do Dia Mundial do Turismo e a distribuição da coleção “Postais de Almeirim”, lançamento online e em suporte de papel, onde denunciamos algumas situações de incúria (paragens de autocarro, piscina do Vale d’Água, floreiras do Jardim da Biblioteca), ou de opções políticas erradas da maioria que governa o concelho e as freguesias, foram algumas dessas iniciativas. Também assinalámos algumas situações que só foram possíveis resolver com o contributo, muitas vezes bem insistente, da CDU (a classificação como Árvores de Interesse, da Tília do Cemitério e da “Bela Sombra” da Quinta de Alorna, a colocação de um gradeamento nas garagens do edifício Alfa, ou a sinalização do Túnel de Fuga do Paço Real).

3. Talvez a principal razão, pela qual os eleitores devem votar CDU, é que não nos lembramos destes problemas, apenas agora que estamos em período eleitoral. Há anos que insistentemente, falamos da limpeza da Vala Real, da deslocalização do posto de turismo, do abandono do Paço Real da Ribeira de Muge, da falta de planeamento das zonas verdes e seleção cuidada de espécies autóctones mais indicadas para a arborização desses espaços. 

A CDU é uma voz necessária. Na nossa presença e participação nos órgãos autárquicos, temos apresentado sempre propostas construtivas, contribuindo para o bom funcionamento desses órgãos. A CDU é uma força progressista e reformista por isso o futuro está connosco. Não basta falar, estamos mais disponíveis do que nunca, motivados e preparados para trabalharmos em prol de todos os cidadãos de Almeirim. Comprometemo-nos, por isso, durante os próximos quatro anos, se formos eleitos, a cumprir com rigor, transparência e competência as propostas apresentadas no nosso programa eleitoral para podermos construir juntos, um melhor concelho.

Por ti, por todos Vota CDU, uma voz necessária.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

CDU, uma rota para o turismo no Concelho de Almeirim

Hoje, dia 27 de setembro, assinala-se o Dia Mundial do Turismo, setor que poderá ter um peso de 16% no PIB em 2017. Como tal, deverá ter uma cuidada abordagem por todos os municípios, devido aos dividendos que daí se poderão tirar.
Verificamos que em Almeirim não tem sido o caso. Com efeito, a CDU defende há vários anos que o atual Posto de Turismo, instalado no edifício dos Paços do Concelho, não cumpre a sua função – tanto que aí estão outros serviços, como o Espaço do Cidadão. A CDU reivindica, que o Posto de Turismo seja instalado junto Aos restaurantes no Largo da Praça de Touros. Sabemos que o PS que atualmente governa a câmara reconhece isto mesmo, uma vez que foi uma promessa do seu programa eleitoral de 2013, que não cumpriu. Na verdade, o que se fez no turismo foi orbitar em torno da “Sopa de Pedra” e não se ganhou asas para ir mais além.
Colocação do cartaz com mensagem de "CDU defende o Posto de Turismo AQUI", na zona dos restaurantes, uma das formas que assinalou este dia.
A CDU propõe-se implementar, projetos para dinamização do turismo, pois reconhecemos que no concelho se podem explorar vários roteiros turísticos. Cabe à autarquia articular o que já existe e fomentar o que tem potencial para ser desenvolvido. As quintas e herdades com produção vitivinícola e criação e treino de cavalos podem ser uma mais-valia para criação de rotas de enoturismo e de centros equestres.

A CDU privilegia o património arquitetónico que na cidade, são vários os edifícios e pontos de interesse espalhados pelo centro histórico, que podem ser objeto de rotas turísticas mas encontram-se com falta de identificação e informação. Como exemplo, a Ermida do Calvário, aprovada a classificação como Imóvel de Interesse Municipal, mas na qual nada foi feito. Defendemos um horário de abertura e a adição de uma placa no exterior com informação; a identificação das várias estações do Calvário e o seu significado religioso; o “Sítio do Paço Real e das Cortes de Almeirim ”, apesar de ter uma placa assinalando as Cortes é pouco evidente, não chama a atenção do visitante e não é informativa da localização do Paço Real; o Túnel de Fuga do Paço Real de Almeirim – visível por iniciativa da CDU, mas que tem sido esquecido; a identificação das cavalariças reais; a Igreja Matriz, com identificação do seu padroeiro e dados de interesse histórico; a Igreja do Divino Espírito Santo (Escolas Velhas) - que sofreu uma recuperação, tendo-se procedido à inauguração apressada do Centro de Interpretação Histórica de Almeirim, que ali ficará sediado, com uma Exposição em período de campanha eleitoral, não sendo acautelada a segurança dos visitantes no acesso principal ao próprio edifício e ainda a velha cantina das “Escolas Velhas”, que está ao abandono.
Equipa da CDU visitou a Fonte de S. Roque, um dos pontos de interesse turístico da cidade. 

E fora da cidade?
A CDU identificou espaços e edifícios de interesse arquitetónico e histórico, uns propriedade da Câmara ou das Juntas de Freguesia, outros de privados. A recuperação, a modernização, a valorização e a dignificação desses espaços, a sua identificação e o estabelecimento de parcerias que servissem o interesse público e privado levaria a que todos eles poderiam fazer parte de uma rota de interesse para visitantes.
São eles, o Palácio da Quinta de Alorna e a sua árvore emblemática, uma Bela Sombra, classificada como Árvore de Interesse Público, por iniciativa do PEV; a Quinta do Casal Branco; o Mercado Municipal e a Quinta e Igreja de Santa Marta, em Benfica do Ribatejo; os vestígios do Convento da Serra, local de peregrinação do séc. XVI, a Igreja de Santo António e a Casa da Cultura (com o Museu Etnográfico) na Raposa; as ruínas do Paço Real da Ribeira de Muge, em Paço dos Negros e a Igreja de S. José em Fazendas de Almeirim.
Em todos estes locais propomos colocar um ponto de informação interativa que forneça aos cidadãos e visitantes a informação mais relevante sobre o local.
A CDU não esquece o potencial do turismo desportivo. A Herdade dos Gagos, em parte propriedade da Junta de Freguesia de Fazendas de Almeirim, está dotada de uma série de equipamentos que já existem e custaram largos euros - três trilhos pedestres assinalados, dois parques de merendas e um circuito de manutenção -, mas que na verdade não são divulgados e as populações não usam porque não sabem que existem!
A CDU propõe-se também criar a chancela “Produto Típico de Almeirim” a colocar nos estabelecimentos de comércio local de Almeirim com produtos típicos (vinhos, caralhotas, entre outros).
Para divulgação desses pontos de interesse turístico, de restaurantes e suas especialidades e de estabelecimentos hoteleiros será criado um site online “Roteiro de Almeirim” e um folheto informativo, que estará disponível em suporte de papel no posto de turismo. 

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Sobre a Abstenção da CDU nas intervenções dos Diques da Tapada


Na ação de contacto com a população na Tapada no dia de ontem, a CDU foi confrontada com o facto de a sua vereadora se ter abstido no ponto da reunião de câmara sobre as intervenções nos Diques da Tapada. Sobre esta questão, a CDU vem esclarecer o seguinte: 


  • As três fases essenciais para desenvolver um projeto de engenharia, são: o Estudo Prévio, o Projeto Base (ou Anteprojeto) e o Projeto de Execução.
  • As duas primeiras fases, a fase de estudo prévio e a fase de projeto base, são aquelas onde são tomadas as opções técnicas que o dono da obra entenda que cumpram os seus objetivos, e que servirão de orientações claras para elaboração do projeto de execução. Este terá de incluir o mapa de medições e estimativa de custos, assim como o caderno de encargos, que serão os elementos que constituirão o processo de concurso para adjudicação da respetiva empreitada. A qualidade do projeto de execução é essencial para a qualidade da obra.
  • Pensamos que só faz sentido vir a reunião de Câmara para aprovação, o processo final para concurso da empreitada, acompanhado naturalmente dos respetivos pareceres técnicos.
  • Relativamente a este processo, veio a reunião anterior um projeto de execução, cuja qualidade os próprios técnicos da CMA entendiam não cumprir, nem os objetivos da obra nem a qualidade suficiente para ir a concurso de empreitada. O que pressupõe que não tenham acompanhado a elaboração das fases anteriores do projeto, o que no nosso entendimento é grave. O ponto foi retirado, e muito bem.
  • Trouxe agora a maioria socialista novamente o mesmo projeto, mas como estudo prévio. Este é um documento iminentemente técnico, que não faz qualquer sentido ser aprovado numa reunião de políticos, sem conhecimentos técnicos para o avaliarem. 


Mais se informa que esta posição vem também no seguimento de, na Assembleia Municipal de 14 de setembro, a CDU ter-se abstido na autorização da despesa para a intervenção nos diques, uma vez que esta é uma competência do Governo Central, e não da autarquia, sendo que esta não se deve substituir àquele, sem prejuízo do papel reivindicativo que a câmara deve ter junto do ministério competente para a manutenção e intervenção que reconhecemos ser necessária! 

domingo, 24 de setembro de 2017

PROGRAMA ELEITORAL

A CDU apresenta-se ao eleitorado com o objetivo de trabalhar/contribuir para transformar o concelho de Almeirim numa terra acolhedora, estimulante, amiga do ambiente e virada para o futuro, em suma, uma terra onde a qualidade de vida dos seus cidadãos seja uma prioridade. 

Os eleitos da CDU sempre estiveram e continuarão a estar, envolvidos no aprofundamento da democracia no Concelho de Almeirim, assentando a sua atuação em 3 pilares fundamentais: Transparência, Rigor e Sentido de Serviço Público.

Para que se consigam atingir os objetivos a que nos propomos, elegemos algumas áreas onde é preciso atuar: saúde, desenvolvimento económico, educação, cultura, urbanismo e ambiente.

§  Por uma Saúde para todos, continuaremos a lutar para que os cidadãos tenham uma melhor assistência médica com a colocação de mais médicos nas estruturas de saúde do concelho. É premente melhorar a assistência aos nossos cidadãos séniores, para que não tenham de passar horas nos centros de saúde ou suas extensões, para conseguirem uma consulta. A articulação com Administração Regional de Saúde deverá ser aprofundada.

§  Para que haja um Desenvolvimento Económico sustentável devemos contrariar o fluxo de jovens que abandonam o nosso concelho. É uma prioridade para que Almeirim possa ser uma terra de futuro. Sem os jovens não é possível haver progresso e desenvolvimento. Defendemos também, a aplicação de políticas que sejam encorajadoras à captação de empresas e que apoiem as que já existem, como forma de criação de postos de trabalho. Não nos podemos resignar à fatalidade de os nossos jovens terem como horizonte profissional as grandes superfícies comerciais, onde o trabalho precário e mal pago impera. Procurar uma interação entre o mundo do trabalho e as escolas e universidades é fundamental para termos um tecido económico dinâmico, saudável e atrativo para as empresas e quadros qualificados. É fundamental definir estratégias de desenvolvimento a médio/longo prazo, recusando uma gestão que se caracterize por ações pontuais avulsas.

§  Na Educação, pretendemos colaborar com a tutela, ser parceiros dos agrupamentos de escolas e das associações de pais para promovermos um ensino de qualidade e multifacetado que convide à fixação dos nossos estudantes, evitando que se desloquem para outros concelhos. É fundamental para qualquer sociedade moderna que o ensino ministrado aos seus jovens seja de referência, permitindo-lhes assim encarar o futuro com confiança.

§  Entendemos a Cultura como um direito dos povos que deve ser acarinhado e tratado com respeito. O fornecimento avulso de iniciativas culturais não é suficiente nem desejável. Defendemos que é necessário um plano cultural onde estejam delineadas as estratégias e uma agenda que vá ao encontro dos interesses da população e simultaneamente lhe permita ter acesso a conteúdos de qualidade.

§  Não existe desenvolvimento sustentado numa sociedade que não valoriza um tratamento programado e cuidado do Urbanismo e do Ambiente. Como condição prévia e urgente, há que proceder à revisão do atual PDM que  se mantém há 25  anos  (1992) e que tem merecido reparos por parte da CCDR (Comissão de Coordenação e  Desenvolvimento Regional ). A CDU ao longo dos vários mandatos tem exigido a revisão do PDM, em detrimento de intervenções pontuais que mais não são que remendos. O PDM é um elemento estruturante e necessário para que se possa definir uma política urbana que tenha em atenção a realidade atual.

Para se conseguir um desenvolvimento harmonioso não se pode contemporizar com a negligência no que ao ambiente diz respeito. A defesa da reabilitação da vala tem sido, desde sempre, uma das “bandeiras” da CDU, a par da atenção que deve ser dedicada à limpeza e manutenção das linhas de água. Para além do ambiente natural há que cuidar, igualmente, do ambiente urbano. Para isso, não podemos aceitar situações como sejam a sujidade nas ruas, caixotes do lixo sem tampa e a necessitar de limpeza profunda, não remodelação do parque arbóreo , com inúmeras caldeiras de árvores vazias. Defendemos uma gestão planeada dos nossos espaços verdes privilegiando a utilização de espécies autóctones em detrimento de espécies exóticas que apenas servem para descaracterizar a nossa paisagem urbana.

Na CDU defendemos de forma intransigente a gestão pública da água, enquanto bem essencial à vida, bem como os serviços públicos que sucessivos governos têm vindo a deslocalizar ou entregar à iniciativa privada com consequências nefastas para as populações. 

CDU, uma voz necessária!

VALA REAL, UM TEMA RECORRENTE


A Vala Real, ao contrário do que alguns querem fazer crer, não é um tema exclusivo de campanha eleitoral, particularmente para a CDU!
Em Almeirim, o estado da Vala Real  tem sido abordado ao longo dos anos por esta coligação política que conseguiu que as questões levantadas localmente tivessem uma projecção a nível nacional.
Nos diferentes órgãos autárquicos em Almeirim, a CDU levou o tema a discussão por diversas vezes, sempre que surgiam problemas ligados à Vala. Questionámos, entre outros aspectos, a eutrofização, as descargas de efluentes, a utilização de químicos em curas levadas a cabo pelo núcleo de ex-marinheiros da Armada do concelho de Almeirim que mantinha um protocolo com a Câmara Municipal.
Os alertas da CDU de Almeirim conseguiram que o tema Vala Real fosse assunto nacional, por diversas vezes, através do grupo parlamentar do PEV (Partido Ecologista os Verdes), que levou o caso à Assembleia da República.
As intervenções efectuadas pelos representantes da CDU de Almeirim, ao longo de vários mandatos, quer na Câmara Municipal quer na Assembleia Municipal, constam nas actas destes órgãos. Mas para além disso, quem se quiser dar ao trabalho de fazer uma pequena pesquisa pela imprensa local, regional e nacional poderá constatar que o esforço da CDU local conseguiu dar outra dimensão ao problema da Vala Real. Apenas a título de exemplo recordo algumas dessas iniciativas:
  • em 2012, alertou para a grave situação da eutrofização da Vala, conseguiu que através do grupo parlamentar Os Verdes fosse feita uma interpelação ao ministério da Tutela;
  • em 2013, constatando-se o agravamento da situação, o PEV levantou o problema na Assembleia da República sobre a eutrofização e o crescimento desequilibrado de espécies vegetais invasoras, nomeadamente o jacinto de água e erva pinheirinha e os seus efeitos na qualidade da água e do ecossistema;
  • novamente em 2014, através do grupo parlamentar do PEV, voltámos questionar o ministério da tutela sobre a origem da morte de milhares de peixes, sobre a possibilidade de estar relacionada com descargas poluentes, que se vieram a confirmar e deram origem a uma queixa junto ao SEPNA. Questionou-se ainda a utilização de produtos químicos em curas levadas a efeito, processo que gera muita controvérsia na comunidade científica, sobretudo quanto aos impactos não controláveis deste método, nomeadamente na fauna piscícola, para além de não ter grande eficácia na eliminação de infestantes aquáticas.

Para concluir, diria que a VALA REAL será sempre tema enquanto o problema se mantiver!

António Cruz Martins – PEV / CDU Almeirim

sábado, 23 de setembro de 2017

Programa Eleitoral e Lista de Candidatos à Freguesia de Benfica do Ribatejo

Caros eleitores, 
No dia 1 de outubro seremos chamados a exercer a nossa cidadania nas eleições autárquicas de 2017. A CDU é composta por homens e mulheres que têm por experiência dignificar o poder local e acreditam que este é um exercício de proximidade e colaboração conjunta entre a autarquia/freguesia e a população. Estamos disponíveis para durante os próximos quatro anos cumprir com as propostas apresentadas no nosso programa eleitoral, e iremos trabalhar em prol de todos, com simplicidade e humildade, para podermos construir juntos uma melhor freguesia, com equipamentos que facilitem acessibilidades e que tornem a vida dos concidadãos mais social, segura e saudável. 
Dia 1 de outubro contamos convosco!
João António Branco Fernandes


As propostas para a nossa freguesia: 
  • Construir um Jardim Público na vila
  • Construir mais parques infantis, nas restantes localidades
  • Construir uma rotunda junto ao depósito de água (Cortiçóis), assim como na Azeitada para resolver o problema da Rua Carolina do Carmo
  • Construir passeio pedonal e ciclovia ligando toda a freguesia
  • Manter arranjada a Estrada que liga ao Tejo
  • Manter as estradas devidamente alcatroadas e finalizar as que faltam
  • Melhorar a sinalização existente, tanto na via como vertical
  • Exigir da C.M.A e Infraestruturas de Portugal controlo de velocidade em Azeitada
  • Garantir a iluminação da freguesia 
  • Garantir o embelezamento e a limpeza das ruas, com regularidade
  • Recolher com regularidade os contentores do lixo e manter a sua limpeza
  • Garantir a limpeza das linhas de água e exigir que não haja poluição na Vala
  • Exigir da C.M.A e Águas do Ribatejo os esgotos em falta 
  • Iniciar a zona desportiva ao ar livre (Cortiçóis)
  • Realizar as Festas da Vila e comemorar a sua elevação, assim como apoiar as festas nos restantes locais
  • Apoiar as coletividades e confissões religiosas, envolvendo-as nas iniciativas
  • Apoiar os transportes à terceira idade e crianças em idade escolar, assim como à restante população que necessite
  • Recuperar e promover o Mercado (praça), enquanto património concelhio para apoio e valorização do Museu Etnográfico e do Traje  
  • Fomentar a Rota Avieira ao longo do Tejo em Protocolo com as entidades devidas
  • Criar espaços de merenda e lazer junto ao Tejo


Lista de Candidatos e Apoiantes: 
  1. João António Fernandes
  2. Manuel Correia Marques
  3. Ana Cristina Carapinha Pinto
  4. António Marques
  5. José Rosa da Gaga
  6. M.ª Eugénia Gomes Prôa
  7. Sónia Coelho
  8. José Braulino Dionísio
  9. Carlos Manuel Arreigota
  10. Joana Nunes Carvalho
  11. Joaquim Santos
  12. João Neves Correia
  13. Palmira Vicente
  14. Carolina Correia Pardal
  15. Luís Freitas
  16. Joana Fernandes
  17. Nuno Gomes
  18. Ricardo Domingos  
  19. Cláudio dos Santos 
  20. M.ª Leopoldina Branco 
  21. José Fernandes
  22. Sandra Baptista
  23. José Filomeno 
  24. Luís Vieira
  25. João Carmo
  26. Aida Sequeira
  27. Joaquim Toito
  28. Tiago Pardal
  29. Mónica Nunes
  30. António Gonçalves
  31. João Silvério
  32. Gil Agolada